quinta-feira, 26 de abril de 2012

Correio Clio


Março chegou e foi embora, mas deixou um marco importante para este curso, O Correio Clio, nosso informativo que chegou de forma bastante discreta, mas que assumiu um posto importante no Campus.

Com periodicidade pouco regular, nosso correio vem sempre tentando trazer informações relevantes aos nossos companheiros de curso, e por quê não dizer de Campus também, já que nossos leitores se estendem além do bloco da História e do turno da noite.

Em nossas três edições anteriores, apresentamos personalidades respeitadas na Academia, tais como Durval Muniz, então Presidente da ANPUH (Ed.: 00, de Mar.) e Gabriel Assis, professor da área de História do Ceará (Ed.: 01, de Dez.). Ressaltando a palestra de abertura da comemoração dos 50 anos do curso de História, no Teatro São João, e o III Visualidades.

Não podemos esquecer da divulgação das inúmeras atividades do Grupo PET/História UVA, como o IX Seminário de Pesquisa do Departamento de História – UFC, o XII Encontro de Iniciação Científica da UVA, além das Oficinas: Catalogação, Preservação e Divulgação dos Acervos Públicos e Privados dos Municípios da Região Noroeste do Estado do Ceará e Educação Patrimonial (vinculada ao projeto Escola Vai à Universidade). E não podemos esquecer o I Seminário PET e lembrar que teremos a segunda edição do evento (vide pág.:04 do Correio Clio nº.: 03).

Em um ano de produção tivemos poucas edições, mas o fato de continuarmos aqui revela a vontade de manter viva essa singela tradição de informar e que em mais um ano possamos continuar de pé comunicando, indicando e informando a todos que habitam o Campus de Ciências Humanas.

Baixe aqui as edições do Clio:

Obs.: Texto retirado do Editorial da Edição de Março de 2012.


Postado por:
Francisco de Sousa,
Bolsista PET.

segunda-feira, 9 de abril de 2012


Apresentação:
No intuito de continuarmos promovendo discussões no âmbito da História, o Grupo PET História da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, promove para a comunidade acadêmica o II Seminário PET, com a temática Arquivo e Patrimônio. Buscaremos por meio de Palestras, Minicursos, Simpósios Temáticos e Oficinas, abordagens que possibilitem o debate sobre  o tema e suas interdisciplinaridades.

Com base na temática central do Grupo PET História UVA, que é a preservação e catalogação de documentos e também da primeira experiência em 2011 de promover um seminário, lançamos a segunda edição do evento, organizado pelo tutor e pelos bolsistas com o apoio da Coordenação do Curso de História

A importância desta atividade não diz respeito apenas ao envolvimento e participação de profissionais e pesquisadores, mas também da sociedade como um todo, já que as reflexões propostas para esta edição possibilitam aos participantes o desenvolvimento de uma consciência histórico-cultural, elemento fundamental na formação da cidadania.

É uma oportunidade singular para mantermos um intercâmbio de ideias e experiências com especialistas locais e de outros espaços de pesquisa e ensino. A intenção é ampliar as discussões das relações entre Arquivo e Patrimônio, destacando a importância do Ensino e da Pesquisa, nesses campos de conhecimento e seus contextos interdisciplinares.

Inscrições Aqui


Postado por:
Francisco de Sousa,
Bolsista PET.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Carta do Aluno: Paulo Roberto Sales Neto a coordenação do curso de História


Carta direcionada a coordenação do curso de História da Universidade Estadual Vale do Acaraú pelo estudante Paulo Roberto Sales Neto sobre o ensino de Historia desta universidade.



Sobral, 31 de Janeiro de 2012.

A Coordenadora do Curso de História da UVA
Professora Regina Raick

Sou estudante do 9° semestre do Curso de História desta IES, e confesso que esperei muito tempo, mas chegou o momento que considero oportuno para colocar algumas questões que me parecem não condizer com a real proposta do curso, que é a formação de professores.
Estou decepcionado em relação ao nosso curso, que vem priorizando a pesquisa histórica e minimizando a pesquisa sobre ensino de História. Quando me candidatei a uma vaga ao Curso de Licenciatura em História é porque optei por seguir a carreira do magistério, embora o caminho da pesquisa seja igualmente importante e deva fazer parte do trabalho de um bom professor.
Esperei que aqui, além de teoria da história, encontraria também amplo debate em torno da teoria da educação. Porém, esse é um dos temas que menos se debate nas disciplinas, mesmo naquelas relacionadas ao ensino de História. Quase nada vimos a respeito de didática. Acredito se tratar de um assunto muito importante para um profissional da educação e que merece atenção por parte do nosso curso. Ouço constantemente de meus colegas - alguns já são professores(as) - suas reclamações e decepções, no que tange a formação, referente ao Curso. Muitos ainda não enfrentaram uma sala de aula, e desconhecem a realidade social e psicológica que os esperam.
Coloco abaixo alguns pontos que ratificam o que coloquei nos parágrafos anteriores:

a)    O(a)s professores(as) do colegiado do Curso não desenvolvem pesquisas tendo a escola como laboratório (pelo menos não conheço nenhum projeto finalizado ou em andamento). Poucos dos docentes conhecem a realidade do ensino nas escolas públicas, no entanto, estão nos preparando para esse mercado, o que a meu ver, compromete a formação dos professores para o ensino básico. Como pode professores(as) formar outro professor(a) para uma realidade desconhecida? Têm eles autoridade para essa formação? E por que poucos optam pelo ensino nas escolas de ensino básico, já que são ou deveriam ser formados para este fim?  Realmente estamos sendo preparados e formados para enfrentar a sala de aula? Que profissionais estão sendo formados? Que contribuição daremos para a emancipação de indivíduos? Nossa formação no Curso de História servirá somente para concorrermos a uma vaga para admissão como graduados em outros Cursos, que possivelmente seja mais valorizado que História, ou receberemos melhores salários? É isso que vêm acontecendo com vários colegas nosso. O que nossos professores(as) e nossos colegas fazem enquanto indivíduos que estão formados para trans(formar) a sociedade? Somos meros observadores de uma realidade passada?
    
b)  O LEAH (Laboratório de Ensino e Aprendizagem de História) quase não funciona, e muitos dos alunos(as) e até professores(as) não participam para que o mesmo funcione. Alguns desconhecem sua existência. O LEAH deveria ser tão importante quanto o NEDHIS (Núcleo de Estudos e Documentação Histórica). Muito se fala dos problemas da educação básica, no entanto a universidade é a formadora desses professores(as) que lá estão e cabe a ela parte do fracasso da escola. Ou não? Defendo que deveríamos possuir um laboratório de livros didáticos, para que durante a graduação pudéssemos manuseá-los com frequência, aprendendo dessa forma a fazer boas escolhas. Pois na escola seremos nós, professores, que escolheremos os livros que iremos trabalhar em sala de aula. Não tivemos nenhuma disciplina que nos dessem ferramentas para elaborar planos de aulas mais dinâmicos, didáticos e atraentes. Ah! Ainda não sei como preparar um plano de aula, irei usar o senso comum?

c)      Os trabalhos de conclusão de Curso pouco tratam do ensino de História, pois sinto que não estamos em um curso de Licenciatura e sim em um Curso de Bacharelado (que por sinal é muito importante também!). A maioria das monografias se volta a pesquisas históricas que pouca, ou nenhuma ligação tem com educação, com formação de professores, com ensino de história etc.

d)     O livro didático, que é uma das principais ferramentas do professor(a) do ensino básico em seu trabalho cotidiano, quase nunca é trabalhado em sala de aula nesse Curso, quando se deveria usá-lo constantemente, pois este é uma grande ferramenta para o ensino, como sabemos. Das 45 disciplinas da grade, apenas em uma disciplina o professor trabalhou com o livro didático, nas demais só trabalhamos com textos teóricos, sem conexão com a escola.

e)     Tenho colegas que durante a graduação se tornaram professores (assim como eu) e tiveram contato com uma realidade muito diferente da que se discute na universidade. Tenho outros que somente irão ter experiência de sala de aula depois de concluído o Curso e certamente se surpreenderão. E tem outros ainda que nunca lecionaram e nem tem pretensão. Estes tentarão uma formação em outros Cursos? Como se explica isso? E os investimentos governamentais aplicados em nós? Como fica o restante da sociedade que (in)diretamente nos financiou? Precisamos dar uma resposta.

f)       As disciplinas de estágios, que é a forma de aprender na prática, ainda são poucas. Eu fiz apenas o 1° estágio em sala de aula no 7° semestre e espero fazer o 2° no 9° semestre. Não consigo compreender, embora alguém ainda possa me convencer, como professores(as) universitários(as), formadores(as) de professores(as) para a educação básica, desconhecem  o mundo da escola, como esta vem avançando, vem retrocedendo com seus problemas e desafios. Qual a legislação da educação? Existe? Não deveríamos pelo menos ter conhecimento superficial dessa legislação aqui na graduação? Tivemos um único trabalho sobre a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), o que é pouquíssimo.

g)     Os grupos de estudos, os mini-cursos e as bolsas de iniciação científicas que tive oportunidade de participar ou de conhecer, pouco espaço deram e dão ao ensino de História. Penso todos os dias que ao sair daqui enfrentarei uma sala de aula com uma média de 40 adolescentes ou mais, e não consigo encontrar subsídios para desenvolver meu papel de professor com apenas as teorias históricas, infelizmente. É preciso as teorias da educação, e é na universidade que esses subsídios devem ter início. Ou não?

h)     Autores conhecidos que servem de referência para a formação de professores, como Paulo Freire, para citar esse que conheço, nunca foram trabalhados durante minha carreira acadêmica. Penso que por se tratar de um Curso de licenciatura, existem conteúdos iguais para todos os Cursos de formação de professores(as), e não apenas as disciplinas de Psicologia da Educação I e II, que por sinal foram dadas por pessoas que também não conhecem a realidade escolar. Repassando-nos apenas teorias.

Tenho muita preocupação com a minha formação, e com a dos meus colegas, a respeito da qualidade de profissional da educação. Pois acredito que para ser professor(a) não basta apenas saber o conteúdo, assim como os bons médicos poderiam ser também bons professores. É preciso saber expô-lo, saber ouvir e acima de tudo saber interagir o conhecimento trabalhado com o mundo que os cercam. O saudoso professor Gleison Monteiro coloca que um erro médico pode matar um paciente, mas um erro de um professor em sala de aula poderá matar uma geração inteira.
A escola coloca os professores(as) a novos desafios e cobranças diariamente, e esses são muito diferentes dos desafios de professor x alunos universitários. Considero que as discussões que fazemos a respeito de teoria da História (me refiro a todas as disciplinas que não tratam de ensino) são essenciais para esse Curso. Defendo apenas que haja um equilíbrio entre teoria, ensino e prática docente. Defendo que os professores do Curso de História da UVA, tentem em suas aulas relacionar o que se discute com a realidade escolar, com a vida de crianças e adolescentes que mais tarde estarão a nossa frente, inquietos e curiosos, e nós sem sabermos ao certo o que fazer.
Acredito que só há profissionais com excelência quando consegue unir teoria/prática, e a nossa prática é na escola, sem essa prática nossa formação é prejudicada, infelizmente. Embora tentemos justificar que o tempo da graduação seja pouco, é nesse pouco tempo que devemos ver a abrangência do conteúdo capaz de formar excelentes professores, o que a meu ver nos falta.



Paulo Roberto Sales Neto
Matrícula 08100006/N03

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Curso de História realiza Grupo de Estudos e pesquisa História oral e memória

Curso de História e Ciências Sociais realizam Grupo de Estudos e Pesquisas. História: memórias no plural. 


           O Grupo de Historia Oral Tem como Líder, Telma Bessa Sales, e como Pesquisadores, Igor Alves Moreira, José Valdenir Rabelo Filho, Viviane Prado Bezerra, Nilson Almino de Freitas, contando ainda, com a participação de alunos dos cursos de História e Ciências Sociais, os encontros acontecem quinzenalmente no Centro Ciências Humanas - CCH, da Universidade Estadual Vale do Acaraú. Através de discussão de textos de autores como, Alessandro Portelli, Verena Alberti, Marieta de Moraes Ferreira e outros,umas das idéias de constituição deste curso é assumir uma abordagem multidisciplinar, objetivando o desenvolvimento de parcerias e/ou diálogos com projetos que requerem a constituição de documentação por meio da oralidade. Isto implica uma compreensão da Historia oral como um trabalho de relações, entendendo o específico no tratamento com fontes orais aponta para uma reflexão sobre os diversos aspectos que envolvem o fazer pesquisa com Historia oral incluindo abordagens teóricas, metodologias, técnicas, narrativas como fonte, o direito ao esquecimento, subjetividade, etc.
            Em permanente diálogo e interlocução com outras fontes/metodologia de pesquisa, a História oral alargou o campo do conhecimento numa dimensão que insere novos sujeitos e as narrativas históricas. Esta compreensão implica refletir sobre usos da História oral nos estudos sobre a transformação social e o lugar dos sujeitos nela e sobre os modos como os homens constroem sua própria história num determinado tempo e espaço. Tendo como objetivos, Discutir procedimentos metodológicos na apreensão dos significados mais profundos dos enredos construídos na interlocução entre pesquisador e entrevistados; Compreender o contexto do surgimento de história oral contemporânea; Estudar o trabalho de campo da história oral com “pessoas comuns” e as interfaces com outras ciências; Refletir questões como ética da história oral, relação com fontes, conferência de informações, manejo de depoimentos, aprovação final e co-autoria. As Atividades tiveram inicio no segundo semestre de 2011, e devem continuar no ano 2012.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FUNCAP LANÇA EDITAL PARA NOVOS BOLSISTAS

A Fundação Cearense de apoio à Pesquisa - FUNCAP acaba de lançar edital para a seleção de novos bolsistas, procure o seu professor e saiba se o mesmo não tem algum projeto de pesquisa voltado para este edital, mais informações acesse o site da Universidade Estadual do Vale do Acaraú - UVA ou pelo link: http://www.uvanet.br/ini_cien/documentos/ini_edital_funcap_uva_20122013_revisado_israel.pdf

MENSAGEM DE NATAL A TODOS QUE FAZEM O CCH

menina-voadora.blogspot.com
“Então é Natal, o que você fez, o ano termina e nasce outra vez’’, um dos versos mais presentes nas ruas da cidade, nos grandes supermercados, nos salões comerciais e nas emissoras de rádio e Tv e apresentam uma versão romântica de um período celebrado por algumas Igrejas cristãs como período de Nascimento de Jesus Cristo, o Natal, por si só já nos remete aos presentes, ao peru assado, ao papai Noel, enquanto o humanismo e o verdadeiro sentimento de amor e humildade sucumbe com o avanço dos novos relacionamentos sociais, pondo em colapso a relação pai e mãe, filho e filha, país e filhos e homem e mulher.
Não é á toa que grandes sucessos do passado, como músicas, cantores, compositores e programas televisisvos ressurgem com uma grande aceitação popular, quem nunca ouviu a música “Emoções’’ cantada por Roberto Carlos nas noites enluaradas de solidão? Quem nunca mergulhou no ritmo caliente de Alípio Martins? Quem nunca acessou o You Tube ® para rememorar os clássicos da Televisão brasileira, como o palhaço Bozo, Chacrinha, O fantástico mundo de Bob entre outros que marcaram gerações.
São nossas buscas cotidianas por um valor mais humano que nos faz viver relembrando nossa adolescência e nossa infância que foram vivenciadas à pouco tempo, mas para nós parece que foram eternas. O Amor perdeu seu real valor, transformou – se num amor doentio e de pertencimento do outro. A humildade tornou – se algo estritamente ligado à pobreza, porém nem esta gosta de ser chamada de humilde. O Respeito antes destinado aos idosos agora se faz por meios de repressão e uso da violência. A Moral? Se é que existe moral, quando nos fazemos seres propagadores de um sentimento conservador frutos do nosso passado colonial.
Natal dos anos 60. Natal dos anos 70. Natal dos anos 80. Natal dos anos 90. Natal do novo milênio. Qual será o novo Natal? Se é que com toda essa perda de rumo da sociedade teremos um novo Natal? Ou voltaremos para o estágio de barbárie total, haja vista que nem os próprio seres humanos sabem ser Humanos.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
FAÇA SEU NATAL MAIS HUMANO, SEJA HUMANO!!!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

I ENCONTRO ANUAL DOS PET's: UVA e UFC

ENCONTRO ANUAL DOS PET's: UVA e UFC

TEMA: PET E COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA: APRENDENDO A PESQUISAR, A ENSINAR E AGIR NA SOCIEDADE ATUAL.

DATA: 05 E 06 de DEZEMBRO

Local: Auditório Central da UVA – Campus Betânia

INSCRIÇÕES: ATÉ O DIA 30 de Dezembro de 2011

PROGRAMAÇÃO

SEGUNDA-FEIRA - 05/12

17: 30  Credenciamento

18: 30  Recepção -  Voz e Violão – Exposições de vídeos

Tema da Mesa Redonda:

19: 00  Abertura do Evento( Reitor: Antônio Colaço Martins; Pró-reitores: PROGRAD, PROEX, PRPPG e CLA )

19: 25 Mesa redonda ( TUTORES , PET Pedagogia-Israel Rocha Brandão; PET História- Carlos Augusto; PET Psicologia-Pablo Severiano Benevides; PET Saúde da Família- Maristela Inês Osawa; PET Saúde Mental- Eliany Nazaré Oliveira).

TERÇA-FEIRA 06/12 MANHÃ E TARDE

8: 00 ás 12: 00 – MINICURSOS

1.  Contação de história: a  magia de contar  histórias
Facilitador: Arte-Educadora - Geisiane Alves de Andrade

2.  O Cinema na sala de aula: estratégia e possibilidades.
Facilitador:  Luís Carlos   – PET História.

3.Construção de Jogos  matemáticos.
Facilitador(a):  Maria Conceição e Wellidiana Rodrigues Mouta Viana -  PET Pedagogia.


4. Elaboração de Currículo Lattes.
Facilitador(a): Profa. Dra. Ivna Holanda

5.A territorialização como estratégia de saúde da família: conhecendo a comunidade.
Facilitador(a):  Preceptora : Keila Maria Carvalho Martins - PET Saúde da Família

6. Cenário das diferenças: experiment(ações)
Facilitador: PET Psicologia

7. MTC – Metodologia do Trabalho Científico
Facilitadora: Profa: Maria Gorete

8.História e Pedagogia : entre fronteiras e parcerias
Facilitador: Thiago Braga PET História


NOITE

19:00: CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO

Palestrantes:  Eurípedes Antônio (Doutor em história-USP,Pós- Doutor em História-UNICAMP) e Érica Atém Gonçalves ( Graduada em psicologia-UFC;  Doutorando em Educação -UFC;Coordenadora do Projeto Maquinarias; Professora de psicologia).

20:00: Atividade Cultural

21:00: Coquetel e Exposição ( fotos, vídeos , banners, etc) de cada grupo  PET.